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Como a deficiência de cálcio e de vitamina D pode afetar seus dentes

http://saudebucal.ig.com.br/idades/2015-12-23/como-a-deficiencia-de-calcio-e-de-vitamina-d-pode-afetar-seus-dentes.html - 29/09/2016 09:46:07

 

em cálcio, nutriente fundamental para a formação dos dentes. A carência da substância, chamada de hipocalcemia, afeta a formação do esmalte.
O diagnóstico da carência de cálcio é realizado por meio de exames. A hipocalcemia durante a formação dos dentes, tanto os de leite quanto os permanentes, altera o aspecto do esmalte, que irá adquirir um tom esbranquiçado e uma anatomia diferenciada em termos de estrutura. Esse quadro é chamado de hipoplasia de esmalte. Porém, a hipoplasia também pode ser causada por fatores sistêmicos, problemas metabólicos, nutricionais, medicamentosos, nascimento prematuro e fatores locais.
A formação dos dentes de leite se dá durante a fase intrauterina e dos permanentes, ao longo dos primeiros anos de vida. Crianças com quadro de desnutrição e baixa absorção de vitaminas A, D, cálcio e fosfato poderão apresentar má-formação da coroa dos dentes permanentes. Vale destacar que não há um índice mínimo de ingestão de cálcio, a quantidade varia de pessoa para pessoa.
O esmalte dentário tem 99% de hidroxiapatita, substância formada por cálcio e fosfato. Quanto ao déficit de cálcio, também podemos pensar em alterações do osso que suporta os dentes, cuja estrutura pode ser comprometida. O dente mal formado é menos resistente, mais sensível e possui mais substâncias orgânicas do que a hidroxiapatita. Quando o esmalte dos dentes é defeituoso, se houver placa bacteriana, ele poderá sofrer de forma mais intensa os danos causados pelas cáries.
A hipoplasia do esmalte também pode ter causas sistemáticas, afetando apenas grupos de dentes que se formaram em determinada época. Também há casos de hipoplasia hereditária, cuja causa não está relacionada com a absorção de cálcio.
Vitamina D
A baixa absorção do nutriente pode estar relacionada ao déficit de vitamina D, muitos casos de carência de cálcio estão relacionados à falta de vitamina D. Além disso, o consumo excessivo de alimentos ricos em fósforo dificulta a absorção do cálcio.  A carência de vitamina D ainda pode prejudicar a osteointegração de implantes por pacientes idosos devido a falhas na etapa de calcificação.
Quinze minutos diários de exposição ao sol, em média, já são suficientes para o nosso organismo sintetizar a vitamina D. Se for detectada a carência do nutriente, a rede pública de saúde conta com suplementos que são associados ao cálcio. 
A má notícia é que os danos causados pela falta de cálcio durante a formação dos dentes são permanentes: A partir do momento que a coroa dos dentes está formada, o processo é irreversível. Porém, o dentista poderá fazer procedimentos para minimizar e conter os problemas de saúde e estéticos, de acordo com o grau de comprometimento e localização do dente. Há tratamentos do tipo microabrasão, clareamento para hipoplasias mais leves até restaurações, facetas de porcelana e lentes de contato (uma faceta finíssima) para recobrimento. No caso da coroa protética final, ela só pode ser aplicada após concluída a fase de crescimento da criança.

O leite e seus derivados, além das verduras de cor verde escura, são sempre recomendados para quem quer dentes bonitos e saudáveis. O motivo é que esses alimentos são ricos em cálcio, nutriente fundamental para a formação dos dentes. A carência da substância, chamada de hipocalcemia, afeta a formação do esmalte.


O diagnóstico da carência de cálcio é realizado por meio de exames. A hipocalcemia durante a formação dos dentes, tanto os de leite quanto os permanentes, altera o aspecto do esmalte, que irá adquirir um tom esbranquiçado e uma anatomia diferenciada em termos de estrutura. Esse quadro é chamado de hipoplasia de esmalte. Porém, a hipoplasia também pode ser causada por fatores sistêmicos, problemas metabólicos, nutricionais, medicamentosos, nascimento prematuro e fatores locais.


A formação dos dentes de leite se dá durante a fase intrauterina e dos permanentes, ao longo dos primeiros anos de vida. Crianças com quadro de desnutrição e baixa absorção de vitaminas A, D, cálcio e fosfato poderão apresentar má-formação da coroa dos dentes permanentes. Vale destacar que não há um índice mínimo de ingestão de cálcio, a quantidade varia de pessoa para pessoa.

O esmalte dentário tem 99% de hidroxiapatita, substância formada por cálcio e fosfato. Quanto ao déficit de cálcio, também podemos pensar em alterações do osso que suporta os dentes, cuja estrutura pode ser comprometida. O dente mal formado é menos resistente, mais sensível e possui mais substâncias orgânicas do que a hidroxiapatita. Quando o esmalte dos dentes é defeituoso, se houver placa bacteriana, ele poderá sofrer de forma mais intensa os danos causados pelas cáries.


A hipoplasia do esmalte também pode ter causas sistemáticas, afetando apenas grupos de dentes que se formaram em determinada época. Também há casos de hipoplasia hereditária, cuja causa não está relacionada com a absorção de cálcio.


Vitamina D


A baixa absorção do nutriente pode estar relacionada ao déficit de vitamina D, muitos casos de carência de cálcio estão relacionados à falta de vitamina D. Além disso, o consumo excessivo de alimentos ricos em fósforo dificulta a absorção do cálcio.  A carência de vitamina D ainda pode prejudicar a osteointegração de implantes por pacientes idosos devido a falhas na etapa de calcificação.


Quinze minutos diários de exposição ao sol, em média, já são suficientes para o nosso organismo sintetizar a vitamina D. Se for detectada a carência do nutriente, a rede pública de saúde conta com suplementos que são associados ao cálcio.

 
A má notícia é que os danos causados pela falta de cálcio durante a formação dos dentes são permanentes, a partir do momento que a coroa dos dentes está formada, o processo é irreversível. Porém, o dentista poderá fazer procedimentos para minimizar e conter os problemas de saúde e estéticos, de acordo com o grau de comprometimento e localização do dente. Há tratamentos do tipo microabrasão, clareamento para hipoplasias mais leves até restaurações, facetas de porcelana e lentes de contato (uma faceta finíssima) para recobrimento. No caso da coroa protética final, ela só pode ser aplicada após concluída a fase de crescimento da criança.